O Douro é um dos locais mais belos/desejados/procurados do nosso mundo.
Ou talvez seja o mais. E está aqui, ao nosso lado. O Douro ergueu-se, o
Homem moldou-o à sua necessidade. A natureza colabora connosco
permanentemente e a nossa resposta é a destruição. Mas o Douro, enquanto
nos servir e for leal, permanecerá intacto.
-andreiacarvalho
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Cada disparo é único. Cada um, cada vibração, cada fotograma de cada milésimo de segundo. Desafiámo-nos a captar a essência de cada uma, ora através da lente, ora no processo de observação, de exposição. A fotografia e a alma correm lado a lado, numa busca através dos bosques, da neblina e de cada paixão que nos rodeia. É isso que me ensaia a vida.
-andreia carvalho
// andreia carvalho / filomena bessa . 2016
Milhares de estórias para serem contadas.
andreiacarvalho, 16
Todas as cores possíveis de um dia de sol.
fotografia / Vila Real.
Somos nós que fazemos as instâncias temporais. O tempo é um pormenor. Já estamos inseridos nele, agora basta geri-lo. Estamos inseridos no meio, na civilização e criámos locais observação entre as realidades possíveis, ora urbana, ora rural. Tudo isto, junto, no mesmo sítio.
fotografia / olhar sobre vila real, Vila Real.
Trabalho de rua. @Quartz Visual Lab. Nada nos impede de crescer todos os dias. Nada nos pressiona mais do que nós próprios. A sociedade não interessa. Não nos vale. Somos arte, infinitamente.
Azul. A cor mais fria, quente, morna. A cor. Nela encontro-me deitada sobre uma rede, balanceando por baixo de uma árvore. O movimento agita-me a memória. A memória que consigo digerir tranquilamente, pois nunca acaba a a esperança, mesmo com as dúvidas que a sociedade nos impõe. E à minha volta circulam os duvidosos seres dançantes, cheios de medo da sociedade, cheios de receio da vida. E eu tento abraçá-los e mostrar-lhes o mundo de uma forma mais bela. Eles rejeitam e permanecem sentados à espera que o mundo se mude. E a vida passa por eles sem que eles a vivam.
fotografia / de vila real para as encostas do alvão.
Todos os dias deviam ser dias dos fotógrafos. Fotografar não é apenas um sistema lógico, técnico. É amor. Fotografar transporta-me para outra dimensão, nada imaginária, bem real. Fotografar é um sono leve, uma meditação, um culto ao belo - ao belo que nós achamos. Fotografar é uma dança entre o sujeito e o resto do mundo, uma dança envolvente. Fotografar é uma simbiose de paixão e conhecimento. É arte.
fotografia / vila velha, Vila Real.
As luzes da cidade envolvem-me. Acaba-se mais um ano. Aproxima-se outro calendário, outros dias. Permanece viva a esperança de grandes feitos. Mais ainda. Foi um ano abundante. O próximo está preparado para ser mais ainda.
fotografia / à noite, em casa. Vila Real.
És, eternamente, o meu maior amor. Não controlas, nem te deixas controlar. És o equilíbrio. Traduzes visualmente o que me inquieta. Dás-me o que procuro. Não negas a tristeza, não oprimes a frustração. És transparente. És, eternamente, o meu maior amor. És arte.
fotografia / praça diogo cão, Vila Real.




















